Saiba mais sobre os 4 tipos de colágeno

Saiba mais sobre os 4 tipos de colágeno

Muitos cosméticos e dietas prometem trazer o colágeno como benefício. Mas, afinal, por que precisamos dele? Quais os tipos de colágenos existentes? Todos são iguais? Exercem a mesma função? Ou existe algum mais indicado para você?

Buscando responder a esses e outros questionamentos, o post de hoje vai explicar quais são os tipos da proteína e quais as diferença entre eles. Continue a leitura!

Entendendo o colágeno tipo 3 e 1
O nome define a proteína que estrutura a pele, trazendo firmeza e elasticidade a ela. Entretanto, sua atuação não se reduz apenas a esse órgão! O colágeno também participa da estruturação dos ossos, músculos, cartilagens, cabelos e unhas.

Estima-se que cerca de 25% de toda a proteína presente em nosso corpo seja colágeno. Ele é naturalmente produzido por nosso organismo, mas a partir dos 25 anos, sua quantidade cai. É aí que sua falta começa a ser sentida.

Quando o organismo recebe uma boa quantidade do nutriente, a queda de cabelo diminui, as unhas ficam mais fortes e a pele se mantém viçosa. Mas não é só na beleza que ele é necessário. Os movimentos do corpo dependem do bom funcionamento das cartilagens, e o colágeno é essencial para isso.

Os principais tipos de colágeno
O mercado brasileiro oferece diversos produtos para repor o colágeno. Diante disso, como saber qual é o mais indicado para ser consumido por você?

A seguir, entenda as características de cada um e descubra o melhor colágeno para você!

Tipo I
Trata-se do colágeno mais abundante no corpo, presente na pele, nos tendões, em cartilagens fibrosas, ligamentos e ossos. Sua função é formar fibras e feixes para estruturar os órgãos.

Ele é indicado para a saúde do cabelo e das unhas e para melhorar a elasticidade e resistência da pele. O colágeno tipo I pode ser consumido e reposto através da alimentação, com a ingestão de proteínas variadas presentes em carnes, ovos, peixes, soja, feijão, etc.

Tipo II ou UC-II
É o gênero presente apenas nas cartilagens. Para colaborar com seu funcionamento, o tipo II age como uma esponja, absorvendo e eliminando água quando necessário.

Como é produzido nesse órgão, é o mais difícil de encontrar. Mesmo assim, existem suplementos que ativam sua produção.

Nem todo mundo precisa repor o colágeno tipo II. Isso é indicado para atletas, pessoas com artrose ou outros problemas nas articulações e degeneração das cartilagens. Aqueles que sofreram alguma lesão nesses órgãos e estão se recuperando também podem fazer uso, para que a região se regenere mais rápido.

Desnaturado
Após processos químicos, térmicos e enzimáticos, é possível desnaturar o colágeno. Ou seja, romper sua forma tridimensional, mas sem perder suas estruturas primárias.

Trata-se de um método reversível, que permite a digestão de algumas proteínas. Uma das formas mais comuns de colágeno desnaturado, e que pode ser facilmente consumida, é a gelatina.

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Mas atenção! Esse tipo não é indicado para quem sofre de inflamações articulares, pois não possui efeitos benéficos para o problema. Nesse caso, é melhor buscar o tipo II não desnaturado.

Hidrolisado
O colágeno desnaturado passa por mais um procedimento químico e enzimático, denominado hidrolise, onde é quebrado em partículas menores. Isso facilita a absorção pelo corpo, melhorando seu aproveitamento pelo organismo.

O colágeno hidrolisado pode ser encontrado tanto em pó ou em cápsula, e está presente como ingrediente de muitos suplementos. Popularmente, ele também é conhecido como Verisol.

Agora que você já conhece os diferentes tipos de colágeno e onde obtê-los, avalie qual vai atender melhor às demandas do seu corpo. Este post foi útil para você? Quer receber mais conteúdo como este? Assine a nossa newsletter e receba nossos posts por e-mail!

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